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PINGO NO “I”

Liliane Ribeiro

Discussões são inevitáveis nos relacionamentos. Não são um sinal de que as coisas vão mal, da mesma forma que a ausência de brigas não é indicativo de que tudo esteja em harmonia. Todavia, não saber discutir e argumentar pode causar danos significativos e incomensuráveis à relação.

A principal substância que corrói a união entre duas pessoas em pé de guerra é a raiva. Estar raivoso – por mais que se tenha bons motivos para isso – turva o raciocínio, rasga o verbo, abre espaço para o exagero. À raiva se associam expressões (de remorso) como: “Falei tudo o que queria e tudo o que eu não queria. Agora estou arrependida”.

Com raiva ninguém pensa direito. Ninguém sabe ao certo o que disse. Há erros de interpretação, e eles só agravam ainda mais a situação.

Alto lá. Respire fundo. Deixe o seu ritmo cardíaco abrandar um pouco antes de falar. Se for possível, saia de cena até se acalmar.

CONCLUSÃO

Quando você discute com alguém, precisa ter um momento para pensar não apenas no que está dizendo, mas como o seu parceiro irá receber suas palavras. Às vezes, as queixas são apenas fachadas e encobrem o verdadeiro problema. Isso não só é infantil como contraproducente. Se você não resolver a questão na raiz, trocar palavras ásperas e superficiais não vai levá-los a lugar algum.

Então, antes de mais nada, foque o cerne do que a incomoda e discuta o que realmente importa.

Antes de expor seus argumentos, pergunte a si mesma se o que você está afirmando:

1 – É verdade.

2 – É necessário.

3 – Pode machucar.

Lembre-se de que nem toda verdade deve ser dita, principalmente em determinados momentos. Em uma discussão, nada que não seja empenhar-se em restabelecer a harmonia é necessário. Quem ama, preocupa-se em não ferir o outro. Se isso acontecer, seja a primeira pessoa a pedir desculpas. Deixe o seu ego de fora. Egos machucados destroem as melhores intenções.

Liliane Ribeiro é escritora, jornalista, blogueira

Contato : @Paporetoliliane

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Revista MaisBonita - 2018

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